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Cláudio Paiva
A Galeria Luisa Strina apresenta, do dia 25 de abril até 22 de maio de 2002, exposição individual do artista plástico mineiro Cláudio Paiva, com curadoria de Catherine Bompuis. Cláudio Paiva é referência icônica da geração de artistas que atuaram no Rio de Janeiro na década de 60, com propostas ousadas e contestadoras. As obras expostas mostram que o artista permanece sintonizado com o mundo contemporâneo, produzindo obras de qualidade e pensamento. Com inteligência e humor, o artista apresenta quarenta desenhos (sobre lixa ou sobre papel) e sete “instalações de bolso” (como o próprio artista costuma chamar suas instalações em pequenos formatos). Segundo a curadora Catherine Bompuis, o artista possui espírito lúdico na relação que faz entre imagem e palavra, utilizando o espaço com singularidade. Os desenhos possuem títulos como “O Colecionador de Linhas”, “Exercício para o Maravilhoso” ou “O Brinquedo de Oppenheimer”, trazendo neste uma referência ao criador da bomba atômica. As instalações intitulam-se: “Descanso do Paralelepípedo”, “2+2”, “Guerra Fria”, “O Princípio do Prazer”, “O Colecionador de Nada”, “Lúcifer” e “Armadilha para Tempestade”, que dá nome à exposição. Simultaneamente, há lançamento do catálogo (32 páginas) referente às obras de Cláudio Paiva, com textos de Umberto Costa Barros e Catherine Bompuis.
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