Cildo Meireles é reconhecido como um dos principais instigadores da arte conceitual, agora que o movimento foi reconhecido por ter tido pontos de origem em todo o globo. Mas o rótulo é inadequado para descrever a combinação de pensamento abstrato e experiência física direta em seu extraordinariamente diversificado corpo de trabalho. Um interesse profundo na relação entre o sensorial e o cerebral, o corpo e a mente, é visto agora como uma das características definidoras da vanguarda brasileira pós-guerra, dos quais Meireles surgiu com seus primeiros trabalhos no final da década de 1960.


Em 2019, o Sesc Pompeia (São Paulo, Brasil) dedicou ao artista sua maior retrospectiva na América Latina. A obra de Meireles foi exposta no mundo todo, incluindo as 37ª, 50ª, 51ª e 53ª Bienais de Veneza; as 16ª, 20ª, 24ª e 29ª Bienais de São Paulo; as 6ª e 8ª Bienais de Istambul; as 1ª e 6ª Bienais do Mercosul; o Festival Internacional de Arte de Lofoten, Noruega; a Bienal de Liverpool de 2004, e a Documenta de Kassel, em 1992 e 2002.


Em 2013-2014 foi organizada uma retrospectiva que foi apresentada nos museus: Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, Espanha; Museu de Arte Contemporânea da Fundação Serralves, Porto, Portugal e HangarBicocca, Milão, Itália. Em 2009, a Tate Modern apresentou uma exposição retrospectiva de seu trabalho.


Dentre as coleções públicas que possuem seu trabalho estão: MOMA - The Museum of Modern Art, EUA; Tate Collection, Inglaterra; SMAK Stedelijk Museum voor Actuele Kunst, Gent, Bélgica; CACI Centro de Arte Contemporânea Inhotim, Brumadinho, Brasil; Museu de Arte Contemporanea de Niterói, Brasil; 21st Century Museum of Contemporary Art, Japão; Fundação Serralves, Portugal; MACBA Museu d ́Art Contemporani de Barcelona, Espanha; CGAC Centro Galego de Arte Contemporánea, Espanha; Daros Latinamerica, Suíça; LACMA Los Angeles County Museum of Art, EUA; Blanton Museum of Art, EUA.