O trabalho de Matias Duville concentra-se essencialmente em instalações de desenhos, passando por murais e diferentes suportes como a seda, madeira, tapetes e plástico. Seus desenhos parecem ser uma consequência impossível de sonhos, viagens ou paisagens desoladas, onde a falta de presença humana revela um estado de espírito onírico que remete a contos de fadas e histórias de um passado distante, além de fazer referência a catástrofes naturais. Uma das características mais marcantes no trabalho de Duville é a reflexão e pesquisa no uso de diferentes materiais, tais como caneta esferográfica, carvão, acrílico, carpete, nos quais ele trabalha seguindo as coordenadas que cada material dita.


Exposições individuais recentes incluem: Hotel Palmera, Colección de Arte Fortabat, Buenos Aires (2020); “Projection Soul", Galeria Luisa Strina, São Paulo (2019); “Desert means ocean”, Molaa Museum of Latin American Art, Long Beach, CA; “Romance Atómico”, Barro Gallery, Buenos Aires (2017); “Mutações”, MAM, Rio de Janeiro (2015); “Discard Geography”, École Nationale Supérieure Des Beaux-arts De Paris (2013); “Prix Canson” Finalist, Petit Palet, Paris; "La Distance Juste", Galerie Georges-Philippe & Nathalie Vallois, Paris (2013); “Parc solo project” Lima (2013); “of bridges and Borders”, Valparaiso (2013).


Coleções das quais seu trabalho faz parte incluem: Tate Collection, Reino Unido; Blanton Museum, EUA; Patricia P. de Cisneros Collection, EUA; Pierre Huber Collection, Suíça; Fondazione Cassa di Risparmio di Modena, Itália; ARCO Foundation, Espanha; MACRO - Museo de Arte Contemporáneo de Rosario, Argentina; MALBA Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Argentina; MALI - Museo de Arte de Lima, Peru; MUSAC - Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León, Espanha; MAMBA - Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, Argentina; Museum of Latin American Art, Long Beach, EUA; ; MOMA Museum of Modern Art, New York, USA; The Solomon R. Guggenheim Museum, New York, USA.