Shwafaty esteve envolvido com práticas coletivas, curatoriais, espaciais e baseadas em pesquisas desde o início dos anos 2000, e como resultado, sua própria prática se conecta às esferas contemporâneas do design crítico, da política espacial, da economia do conhecimento e da cultura visual. Em seus projetos, normalmente baseados em pesquisa, a arte é assumida como um sistema produtivo capaz de estimular mudanças e reflexões sobre o comportamento social e a cognição quando relacionados à contextos históricos, interdisciplinares e públicos.


Exposições recentes incluem: ‘Parque Funcional’ (solo), Complexo Cultural Funarte, Brasília (maio, 2017); ‘Soft Power. Arte Brasil’, Kunsthal KAdE, Amersfoort (2016); ‘Empresa colonial’, Caixa Cultural, São Paulo (2015); 19o Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, São Paulo (2015); ‘CFB: 25 Anos’, Casa França-Brasil, Rio de Janeiro (2015); ‘Encruzilhada’, Parque Lage, Rio de Janeiro (2015); 5o Prêmio Sesi Marcantônio Vilaça, MAC Ibirapuera, São Paulo (2015); Temporada de Projetos do Paço das Artes, São Paulo (2014); PArC Solo Projects, Lima (2014); ‘Fundamentos da substância do design: metáforas culturais para projetar um novo futuro’ (solo), Oca, São Paulo (2014); ‘P33_Formas Únicas de Continuidade no Espaço [33o Panorama da Arte Brasileira], São Paulo (2013); 9a Bienal do Mercosul, Porto Alegre, (2013); ‘Amor e Ódio a Ligya Clark’, Zacheta National Gallery, Varsóvia (2013); ‘Conversations Pieces’, NBK, Berlim (2013); 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo, CCSP (2013); ‘Eternal Tour’, São Paulo (2012); ‘Mitologias’, Cité des Arts, Paris (2011) e MAM, São Paulo (2013).


Em 2013 Shwafaty publicou 'A Vida dos Centros', um foto-livro de docu-ficção em que são abordados alguns fluxos históricos de desenvolvimento urbano em três regiões de São Paulo. Em 2015 o artista foi selecionado pela Bolsa ICCo/SP-Arte e foi recebido pela Residency Unlimited (RU), Nova York.